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Agroindústrias de embutidos são fonte de renda extra para produtores rurais
23/03/2017

Agroindústrias de embutidos são fonte de renda extra para produtores rurais

A fim de incrementar a renda das propriedades rurais, muitos agricultores estão investindo na produção de alimentos para comercialização entre a comunidade local, através da constituição formal de agroindústrias familiares. Este é o caso das agroindústrias de embutidos Bini e Savadinscky, situadas no município de Não-Me-Toque.

A Embutidos Savadinscky, da localidade de Invernadinha, existe há cinco anos e é gerida pela agricultora Dalva Terezinha Savadinscky. Ela conta que aceitou o desafio proposto pelo marido Vilson Savadinscky de dar continuidade aos negócios da família, que sempre atuou com açougue e embutidos desde a geração do bisavô. “Abracei a causa e hoje trabalho, juntamente com toda a família na produção e comercialização dos embutidos. Comercializamos nossos produtos para mercados e fruteiras do município”, disse.

Dona Dalva e a ajudante expuseram os produtos na Expodireto 2017

Dona Dalva e a ajudante expuseram os produtos na Expodireto 2017

Há quatro anos, dona Dalva – com a ajuda da cunhada – expandiu a agroindústria para o setor de panificação, produzindo artigos como pães, bolachas e cucas. Ela conta que a agroindústria incrementa o rendimento da propriedade rural. Segundo ela, “não dá para garantir bons resultados trabalhando apenas com a lavoura”.

Já a agroindústria Embutidos Bini, situada na localidade de São José do Centro, é conduzida pelo casal Solange e Vanderlei Paulo Bini. Com nove anos de existência, a Embutidos Bini produz salame sem gordura, salame italiano, linguiça colonial, copa, morcilha e torresmo.

Conforme Solange, os produtos são comercializados em mercados e na feira municipal, além de feiras estaduais e nacionais. “Já participamos de feiras em Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”, disse.

Com dois filhos, o casal planeja começar a produção de queijos, com o auxílio da filha Jéssica, de 16 anos, que cursa técnico agrícola. Para Vanderlei, é necessário apresentar a chance de sucessão familiar para os filhos. “Queremos que eles continuem os estudos e façam o que gostam. Eles que vão optar se querem dar continuidade à nossa propriedade ou não”, disse.

Ambas as agroindústrias contaram com o apoio financeiro do Sicredi para se desenvolverem. Mas o cooperativismo não fica apenas na relação financeira que os empreendimentos possuem com a instituição. Os princípios do cooperativismo são vividos o cotidiano do trabalho, que é desenvolvido sempre em família.

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